sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Serra falou o que todo tucano esconde: a Petrobras não pode ser do Brasil

José Serra, o novo senador de São Paulo, com um mandato de oito anos pela frente, abriu seu coração numa entrevista replicada hoje na internet, na qual, sem nenhum pudor, propõe a privatização de quase todos os negócios da Petrobras - em outras palavras, a sua entrega ao capital estrangeiro.

Seus companheiros de partido e de aventura golpista contra o governo trabalhista eleito com 54 milhões de votos devem ter esconjurado o que ele falou.

Certas verdades, especialmente na política, não podem reveladas ao público.

Os vampiros de sonhos

Eles mentem, difamam, caluniam, injuriam, espalham boatos mentirosos, partem para a violência física, agem como se estivessem numa guerra.

Contam, nessa tarefa insana de provocar a instabilidade social e econômica no Brasil, com importantes aliados: praticamente toda a imprensa, emissoras de rádio e televisão, vários portais da internet, juízes, delegados de polícia, promotores públicos, empresários, banqueiros, ruralistas, parlamentares, prefeitos, governadores - enfim, os 10% mais ricos da nação.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O Brasil depois do impeachment


Um alerta aos entusiásticos adeptos do "impitimam" da presidenta Dilma: o cenário mais provável se tal desejo se concretizar não será nada favorável a eles ou aos tucanos e seus satélites, instigadores dessa insensatez.

E muito menos à imensa maioria da população.

O novo Brasil nascido do golpe urdido desde a ida dos trabalhistas a Brasília, em pouco tempo teria a dimensão e os graves problemas de duas décadas atrás.

O quadro seria mais ou menos esse:

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Deixaram. E os idiotas fazem a festa...

Os analfabetos políticos, idiotizados por uma mídia partidária que há anos não faz outra coisa a não ser tentar levar o Brasil de volta a um passado tenebroso, estão com tudo. 

Parte deles, principalmente, a palavra de ordem do momento, o mantra que julgam redentor e capaz de purgar os males do país virtual no qual vivem, cheio de mazelas, à beira do caos econômico e social, um horror...

Sem argumentos que sustentem a necessidade do tal "impitimam" que tanto desejam, a não ser vagas acusações paridas no ventre de uma imprensa corrupta, mentirosa e golpista, os idiotas distorcem e inventam fatos, caluniam os "inimigos", disseminam boatos criminosos, pregam o ódio e a violência, pisoteiam os mais básicos princípios da democracia - e da civilização.

Sempre haverá uma nova estação para o Trem da Alegria

Uma historieta do livro Tra-la-lá - Vida e Obra de Lamartine Babo, de Suetônio Soares Valença: 

atendendo a apelos de uma influente jornalista, que detestava o programa Trem da Alegria, apresentado por Héber de Bôscoli, Yara Salles e o genial Lamartine Babo, o governo Vargas acabou proibindo a transmissão de espetáculos radiofônicos do mesmo gênero de estúdios das emissoras. A jornalista achava que dessa forma, o Trem da Alegria iria descarrilar, pois a sua plateia era coprotagonista do show. Pois bem, passado pouco tempo, para surpresa de todos, e principalmente da jornalista e do pessoal do DIP, o temido Departamento de Imprensa e Propaganda getulista, o Trem da Alegria continuava a sua viagem, transmitido não do auditório da emissora, mas de um teatro. 

Brasileiro é assim, mestre em jeitinhos.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Lava Jato flerta com o caos

A tal operação Lava Jato atinge níveis alarmantes de imbecilidade.

Se até o momento já era visível uma série de irregularidades nas ações de delegados e do juiz Moro - os vazamentos seletivos com a intenção de criminalizar petistas e o próprio PT, a prisão de executivos para forçar a ignóbil delação premiada e a promessa de recompensas generosas aos alcaguetas são as mais evidentes -, a intenção do MP de proibir empresas envolvidas nos casos de corrupção nos negócios com a Petrobras de participar de licitações futuras é um atestado de maluquice.

Todos estão de acordo que bandidos devem ser punidos.

Ora, quem corrompe uma autoridade pública ou um diretor de uma empresa estatal, e quem se deixa corromper, merecem o mesmo tipo de punição, pois ambos são criminosos.

Mas imputar esses crimes às empresas é forçar demais a barra.