segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O ódio ao PT beira a idiotia

Pergunte para qualquer dessas pessoas que querem acabar com a raça do PT o motivo de tanto ódio.
Em 101% dos casos, a resposta será do tipo "o PT só rouba" ou "o governo é corrupto".
Nenhum dado econômico ou social sobre o Brasil será apresentado.
Porque não há como contestar os avanços que o país experimentou, em todas as áreas, nessa década de governo trabalhista.
O ódio ao PT parte, essencialmente, das camadas mais ricas da população, de porção da classe média e, em menor escala, dos mais pobres, sugestionados pela guerra de desinformação montada pela oligarquia, que inclui praticamente todos os meios de comunicação e seitas religiosas que se confundem com organizações criminosas.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A desigualdade continua em queda no Brasil

Marcelo Néri: indicadores antecedentes
 mostram que a queda da desigualdade continua
(Foto: Elza Fiúza/ABr)
Uma matéria da Agência Brasil ajuda a esclarecer alguns dados sobre desigualdade desta última PNAD, que os jornalões apresentaram como péssimos, claro que com o objetivo de intensificar o bombardeio contra o governo trabalhista. 
Os ministros da área social do governo esclareceram didaticamente a questão.
A matéria é essa:

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

São Paulo sem água, tragédia e crime

A inércia do paulista e de suas autoridades em relação ao colapso no fornecimento de água é algo inédito na história do país.
Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso sabe o que vai acontecer em breve, muito breve: não faltará água apenas nas residências para tarefas essenciais como tomar banho, cozinhar, dar descarga nos vasos sanitários, lavar roupa, mas também - e isso é o mais importante - indústrias, estabelecimentos de serviço e o comércio ficarão impossibilitados de trabalhar.
Sem trabalho, ou mesmo trabalhando a meia força, haverá queda na produção e desemprego em massa.
Que se espalhará pelo Brasil todo.

domingo, 14 de setembro de 2014

O jogo de cena do coitadismo

Votei pela primeira vez em 1974. 
Lá se vão, portanto, 40 anos. Depois desse voto, não houve uma eleição sequer que não acompanhasse com a intensidade que tais eventos merecem de todo e qualquer cidadão interessado no destino de seu país.
E pelo que lembro, não houve nenhuma eleição em que os candidatos ficassem explicando, cândida e didaticamente, seu programa para os eleitores.
Ao contrário, em todas elas, o pau quebrou, houve embates fortíssimos entre os favoritos, chutes à profusão abaixo da cintura, baixarias homéricas.
E isso se justifica.
Eleição é uma guerra.
Quem entra nessa disputa sabe o que vai encontrar. 
Não pode esperar ganhar se vai à luta armado com um estilingue - sabendo que seu adversário está pronto para disparar salvas e mais salvas de tiros de canhões sobre suas ideias, seu discurso, sua família, sua vida...

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A educadora que propõe educação de qualidade...

Excertos de escritos da educadora Neca Setúbal, extraídos de seu próprio site:


"Assim, para lançar as bases de uma cultura de inovação, é preciso privilegiar a capacidade dos professores, para que possam desenvolver com seus alunos as habilidades digitais do século 21."


"Não há como pensar a cultura sem interface com a educação."


"Além do ensino em tempo integral, que detalhei no último artigo, o programa defende que o país precisa enfrentar as desigualdades educacionais, combater o analfabetismo, assegurar aos jovens o acesso aos ensinos médio, superior e profissionalizante e, principalmente, garantir educação de qualidade para todos."


"Mas, para que o ensino oferecido pelas nossas escolas possa atingir esse nível de excelência, é necessário melhorar o atual quadro de profissionais da educação, com valorização da carreira e programas de qualificação."


"Para formar quadros de profissionais aptos a oferecer uma educação de qualidade, acreditamos na implementação de uma política ancorada em três pilares – formação, salário/plano de carreira e condições de trabalho."


"Educação integral requer vontade política e desejo de ensinar, atendendo ao direito de crianças e adolescentes a uma escola digna, justa e significativa em suas vidas."



O conselheiro Acácio não faria melhor...

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Só o humor constrói...










A ficção do jornalismo econômico

Os cerca de 30 anos passados no trabalho de edição do noticiário econômico me ajudaram a ver como funcionam as coisas no jornalismo nativo, principalmente nessa área aparentemente tão complicada que é a economia. 
Muito pouco, num jornal, funciona ao acaso. 
Há pauteiros, chefes de reportagem, editores, que escolhem os temas que serão abordados, aqueles que são prioridade, "quentes", e os que podem ficar na "gaveta".
Só isso já mostra como o noticiário pode ser dirigido para um lado ou para outro.
E há as fontes.
Aí reside o perigo.