terça-feira, 6 de março de 2007

No bagaço

Ainda é cedo para qualquer prognóstico, mas já há especialistas no tema dizendo que o álcool fará a próxima revolução no Brasil. Os mais otimistas prevêem um desenvolvimento ainda maior que o proporcionado pelo café.
Os motivos são vários: energia limpa, renovável e barata num momento de crise ambiental no planeta; terra farta e generosa com a cana-de-açúcar; tecnologia plenamente disponível; mão-de-obra abundante.
Mas é sempre bom lembrar que o barril do petróleo, que é vendido hoje a US$ 60, custa US$ 4 para o produtor. Que pode, muito bem, se ameaçado, baixar o seu extraordinário lucro. Afinal, cartéis são feitos para isso mesmo: sobreviver sempre - e bem.

Um comentário:

  1. Caro Motta, acho que falta mais informação para você. A muito tempo existe no país uma corrente de cientistas que defendem o álcool como combustível alternativo para o mundo e o Brasil seria o principal fornecedor. Procure livros do Bautista Vidal (idealizador do pró-álcool) e Gilberto Vasconcellos.
    Isto é coisa da década de 70, do século passado...

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