domingo, 30 de dezembro de 2007

Ordem e progresso

Até agora, os jornalões não noticiaram nenhum caos aéreo.
Nada como um ministro tucano para pôr as coisas no lugar.

Pergunta boba

2008 chega sem a cobrança da CPMF.
O que, então, deve se esperar dos associados da Fiesp, que tanto fizeram para derrubar o tributo? Algumas alternativas possíveis seriam:
a) Vão baixar os preços de seus produtos, repassando ao consumidor o que deixarão de gastar com o imposto;
b) Vão contratar mais funcionários;
c) Vão investir na compra de máquinas;
d) Vão aumentar o lucro dos acionistas.
Ganha um doce quem acertar.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Natal digital

Alguns números sobre a importância que a internet já tem na vida do brasileiro:
o comércio eletrônico neste Natal cresceu 55% em relação ao ano passado;
o faturamento em 2006 foi de R$ 693 milhões e passou a R$ 1,081 bilhão este ano;
o tíquete médio (valor médio das compras) aumentou de R$ 304 a R$ 308.
Os dados são da e-bit.
Já para o ano todo, a E-Consulting e a Camara-e.net prevêem que o comércio eletrônico no Brasil vai movimentar R$ 17,4 bilhões, com aumento de 30,8% sobre os R$ 13,3 bilhões registrados em 2006.
A internet, já está provado, é a melhor solução para acabar com o desmatamento.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Sinal vermelho

As estradas federais viram este ano um número recorde de mortos e feridos. Os especialistas dizem que a culpa é da imprudência dos motoristas, do álcool e até da manutenção das rodovias.
Não se falou nada sobre os ridículos cursos de formação, que preparam os alunos apenas para passarem num exame totalmente descolado da realidade do trânsito das ruas e estradas. Tampouco foi citada a quase inexistente fiscalização que deveria ser feita pela Polícia Rodoviária.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Natal

Morreu no Canadá Oscar Peterson, lenda do jazz.
No Brasil, dom Aloisio Lorscheider, gigante dos direitos humanos.
No dia 25 de dezembro de 1977, aos 88 anos, portanto há exatas três décadas, morria, na Suíça, Charles Chaplin, o adorável vagabundo, maior palhaço de todos os tempos.
Época de Natal é sempre triste.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Homem político

"Na área política, vimos a radicalização crescente da oposição que a cada dia que passa deixa claro que não está preocupada com o país. Sua única preocupação é derrotar o governo Lula. Não nas eleições de 2010, mas a qualquer momento.
"Com a cumplicidade e o estímulo da mídia, a oposição sonha com um golpe milagroso que desconstrua o governo Lula de uma hora para outra. A oposição, no episódio da CPMF, rompeu o pacto democrático e mostrou seu caráter anti-democrático.
"E quem tem dado o tom desse comportamento tem sido a mídia que, mais do que nunca, está revelando seu total engajamento no projeto da oposição que, em certa medida, também é um projeto da mídia."
Comentário do ex-deputado federal e ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu em seu site.
Prova de que, mesmo sem mandato, ainda respira a política.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Confusão

Em um mês, o Ibope mudou radicalmente de opinião. Numa primeira pesquisa, o prefeito Kassab bateu a ministra Marta Suplicy num eventual segundo turno da eleição municipal de 2008. Trinta dias depois, o resultado se inverteu: Marta venceu Kassab facilmente.
A explicação do instituto é que na primeira enquete, antes da pergunta sobre o candidato preferido, foram formuladas várias questões sobre a administração municipal - o que pode ter induzido o entrevistado a escolher Kassab. Na segunda, a pergunta era direta: em quem o sr. votará para prefeito?
Interessante é que a pesquisa vencida por Kassab foi feita a mando da Associação Comercial de São Paulo, da qual ele é vice-presidente, e notório reduto de pefelistas - ele próprio um deles. A segunda foi paga pela Rede Globo.
Dá para esclarecer?

Piada pronta

Corinthians e Medial Saúde juntos são a piada pronta:
- Para um time que está na UTI, nada melhor que um plano de saúde.
- Em 2008 vai ter tanto corinthiano tendo ataque de coração que o clube resolver ser patrocinado por um plano de saúde.
E por aí vai.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Fora do tempo

É estranho que no Brasil do século 21, uma democracia nova e promissora, que finalmente parece dar mostras de querer se igualar aos grandes, seja no campo econômico ou no cultural e social, surja um personagem como o bispo dom Luiz Cappio. Espécie de dom Quixote, trava uma luta desigual contra o governo. Tudo indica que realmente acredita em sua causa - a vida do rio São Francisco.
Porém, atua como espécime completamente deslocado da realidade. Alguém precisa explicar a ele que numa democracia as coisas funcionam de outra maneira - o respeito pela opinião minoritária não implica sujeição a ela. A negociação é a chave do entendimento. Um poder legitimamemente constituído não pode ficar refém da vontade alheia - ele tem o direito de exercer plenamente seu mandato. Contra os abusos, existe o Judiciário, que dá a última palavra.
O bispo parece não entender o jogo da democracia. Mas talvez seu mundo ainda não tenha ingressado plenamente nesta era contemporânea, de outros valores.
Talvez ele viva, sem saber, uma contradição.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Esperteza

Expoentes da chamada "crônica esportiva" soltam foguetes ao comentar a permanência, por seis meses, do atacante Adriano no São Paulo, com "tudo" pago pelo seu clube, a Inter de Milão.
Com essa atitude, classificam os italianos como, no mínimo, parvos, tolos, imbecis.
Será mesmo?

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Pernas pra que te quero

Os ingleses podem ser acusados de várias coisas, menos de não terem imaginação. Pesquisadores da Universidade de Bristol examinaram 4,3 mil mulheres entre as idades de 60 e 79 anos. E chegaram à conclusão que, quanto mais curta a perna de uma mulher, maior são os indicadores de problemas no fígado, avaliados através da análise dos níveis de enzimas produzidos pelo órgão.
Que outro povo gastaria algumas centenas de milhares de libras numa pesquisa desse tipo? O brasileiro certamente não. Perna de mulher, para ele, tem outra utilidade.

Turma da pesada

Depois de algum tempo, o futebol paulista passa a contar com os chamados técnicos de ponta em suas principais equipes.
Os resultados que podem dar Mano Menezes, Muricy Ramalho, Emerson Leão e Vanderlei Luxemburgo a Corinhians, São Paulo, Santos e Palmeiras ainda são um incógnita.
O que se sabe por enquanto é que, somados, os salários dessa turma ultrapassam R$ 1 milhão por mês.
Nada mal para um futebol que está sempre em crise administrativa.

sábado, 15 de dezembro de 2007

Ave, Fifa

Fifa oficializa o Corinthians como o primeiro clube campeão mundial de futebol (ano 2000). Os outros brasileiros são Internacional (2006) e São Paulo (2005), também uma vez cada. Com isso, volta atrás na decisão que havia tomado de elevar a Copa Rio, de 1951, vencida pelo Palmeiras, à condição de torneio oficial.
E apaga as conquistas de Santos (1962 e 1963), Grêmio (1983), Flamengo (1981) e São Paulo (1992 e 1993). Para a Fifa, esses times venceram apenas jogos amistosos.
No futebol de hoje é assim: a Fifa manda e o mundo obedece. O torcedor é um detalhe.

Nada a perder

Interessante que nessa história da CPMF, quem mais trabalhou politicamente para a sua queda foi justamente quem não tinha nada a perder: o PFL, sem futuro eleitoral; Arhtur Virgílio, no alto de seus 4% de votos para o governo do Amazonas; e FHC, que já declarou, mais de uma vez, que acha o Brasil o fim do mundo.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Vitória

A Fiesp e congêneres, que fizeram intenso lobby contra a prorrogação da CPMF, dizem que a extinção da contribuição foi uma vitória para o Brasil.
Foi isso sim uma vitória dos empresários. Se dependesse deles, todos os impostos acabariam.
E eles continuariam cobrando o mesmo pelos seus produtos e serviços - e pagando o mesmo para os seus funcionários.
Essa é a lógica do capitalista brasileiro.
Ele não quer um país com um grande mercado consumidor - ele quer um país com uma grande concentração de renda, para vender caro ao público abastado.
Ele não quer um país com menos desigualdade social - ele quer aprofundar o fosso social, para continuar no topo de seu castelo, como senhor feudal.
Ele não quer um país com saúde e educação unversais de boa qualidade - ele quer que saúde e educação sejam apenas um bom negócio.
O empresário brasileiro não quer um país poderoso, moderno, independente, justo, pois para que isso ocorra ele terá de mudar.
E o empresário brasileiro odeia mudanças - especialmente quando elas não são feitas por ele.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Triste fim

Os neo-udenistas fizeram o seu papel. Os tucanos, não. Eles se esconderam e se acovardaram. E, ao mostrar essa subserviência a uma liderança de todo irresponsável, unicamente preocupada em jogar o país no abismo - social e econômico -, para com isso derrotar eleitoralmente o governo Lula, os ditos sociais-democratas jogaram na lata de lixo todo o resquício que ainda carregavam dos ideais que inspiraram a criação de seu partido. Viraram conservadores ressentidos.
Mas não são cúmplices dessas lideranças desvairadas que pretendem dividir ainda mais este país - são simplesmente capachos, reles subalternos dessa empreitada cujo fim é abortar, mais uma vez, o grande jogo da democracia.

Haraquiri

Os governadores tucanos José Serra e Aécio Neves devem estar dando pulos de alegria pela atuação notável do líder do partido no Senado, o amazonense Arthur Virgílio, no episódio da CPMF. Com sua retórica sub-lacerdiana, Virgílio conseguiu não só ferir a língua portuguesa, como também a dignidade dos dois líderes tucanos, que, ao contrário dele, perderam, muita coisa no episódio de ópera-bufa que foi transormada a votação do imposto. Por exemplo, bilhões de reais, que fazem muita, mas muita diferença numa disputa eleitoral.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Sangria

Insatisfeito com os resultados dos negócios, Abílio Diniz trocou o comando do Pão de Açúcar. O novo chefão será Claudio Galeazzi, que tem se notabilizado por "salvar" empresas à beira do precipício. O seu método prima pela simplicidade - e crueldade: cortes e mais cortes até o osso ficar exposto.
Foi assim que ele e sua turma trabalharam há poucos anos para tirar o Estadão do buraco em que foi jogado pela família Mesquita. Em um ano, demitiram cerca de metade dos funcionários do grupo, extinguiram seções inteiras e traumatizaram uma redação que já não tinha uma auto-estima elevada.
Um dos métodos usados pelos "Galeazzi boys" obrigava os editores a um exercício que chamavam de "orçamento zero". Consistia em imaginar uma situação limite para o funcionamento de sua editoria: qual o mínimo de recursos - materiais e humanos - necessário para pôr as notícias na rua? A partir disso, cortava-se.
Tudo era dissimulado, nada explícito. As decisões eram camufladas de modo a parecerem vindas "de baixo" - e, afinal, a responsabilidade pela sangria recaía em algumas poucas pessoas, nunca nos interventores.
Terminado o processo de enxugamento, ficou a impressão de que tudo aquilo que havia sido feito por meio de planilhas, reuniões e seminários era simplesmente a prática bem disfarçada do método mais antigo e sem imaginação usado pelas empresas em má situação. Para a turma do Galeazzi, empregado é sinônimo de prejuízo.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Extra campo

Se forem confirmados os rumores de que o Palmeiras fechou parceria com empresas e bancos para erguer uma arena multiuso onde é hoje o estádio Palestra Itália, cairá por terra a tese, intensamente difundida pelos cronistas esportivos oficiais, de que só existe vida inteligente no Jardim Leonor, onde está a sede do São Paulo FC.
O Palmeiras pretende construir seu estádio sem um tostão de dinheiro público, ao contrário dos probos cartolas são-paulinos, que querem uma ajudinha dos governos estadual e municipal para dar um banho de copa no velho e desgastado Morumbi.

Bico partido

O PSDB está, definitivamete, rachado.
De um lado estão os governadores, que sabem que governar sem a CPFM será um inferno. De outro, estão os senadores, que só sabem fazer oposição rejeitando tudo o que vier do governo.
Até neste caso, em que eles próprios são os beneficiados.

Pergunta ingênua

A Fiesp não cansa de falar que a CPMF encarece os produtos.
Isso quer dizer que, se a contribuição for extinta, os produtos vão ficar mais baratos?

domingo, 9 de dezembro de 2007

Press release

O Estadão publica longa matéria para explicar os "segredos do melhor do Brasil", numa referência ao São Paulo FC. Em certo trecho, se lê: "Investimentos na infra-estrutura e nas categorias de base, marketing arrojado e uma administração coesa são fatores que explicam os triunfos da equipe, cuja torcida é a que mais cresce - já é a 3ª do País."
Um assessor de imprensa não faria melhor.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Linha de montagem

A vocacão brasileira de exportar mão-de-obra para o futebol mundial consolidou-se em 2007. Nos quatro anos passados, o país mandou para o exterior uma média de 842 jogadores por ano (858 em 2003, 857 em 2004, 804 em 2005 e 851 em 2006), mas em 2007, segundo dados da CBF, foram embora 1.085 atletas - um acréscimo de 27,5% em relação a 2006.
O número é impressionante se comparado com 2002 (665), primeiro ano das estatísticas da confederação - aumento de 63%.
Os jogadores do Brasil vão para quase 90 países. Portugal é o campeão absoluto - recebeu 227 brasileiros para atuar nas várias divisões de seu futebol profissional. Mas as transações são feitas também com países que, ou não têm nenhuma tradição futebolística, como a Líbia (2), ou ligações distantes com o Brasil, como o Vietnã (20).
Na relação dos importadores estão ainda países de futebol forte, como Itália (47), Espanha (38) e Inglaterra (6). Ou mercados emergentes, como Rússia (11), Ucrânia (7), Grécia (18) e Turquia (13). Até a fechada República Islâmica do Irã aprecia nossos jogadores e, neste ano, contratou 6 deles.
Os exportadores também estão espalhados pelo país todo. Entre eles incluem-se todos os clubes da Série A do futebol e obscuros integrantes das federações mais pobres, como a Associação Desportiva Jaruense, de Rondônia, ou o Luverdense Esporte Clube, do Mato Grosso. O negócio parece ser muito bom: o Pão de Açúcar, de São Paulo, fundado para ser um projeto social pelo empresário Abílio Diniz, negociou 6 jogadores.
Talvez já conhecendo esses números, o presidente Lula chamou o atual treinador da seleção portuguesa, Luís Felipe Scolari, para uma conversa. Os dois falaram exatamente sobre esse tema: como evitar - ou, pelo menos, adiar - o êxodo dos atletas. Claro que não chegaram a nenhuma conclusão. Qualquer tentativa nesse sentido irá apenas diminuir um pouco a hemorragia. O futebol é, cada vez mais, um espetáculo que necessita de novos astros a todo instante. E o Brasil é, sem nenhuma dúvida, a maior escola do mundo.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Coisa estranha

O senador Eduardo Suplicy é uma figura.
Ajudou a criar o PT, foi candidato a quase tudo pelo PT, foi eleito ao Senado pelo PT, mas age como se fosse tucano ou pefelista.
A última dele foi tentar lançar Pedro Simon à presidência do Senado. Justo Simon, cuja diversão preferida é falar mal do governo Lula.
Esse Suplicy, além de uma figura, é muito, mas muito esquisito.

Apelação

Os marqueteiros do São Paulo FC devem estar com algum sério problema mental. Dar prêmios para torcedores de outros times virarem a casaca é, ao mesmo tempo, uma iniciativa imbecil e inócua. Só quem desconhece completamente o futebol pode achar que o verdadeiro torcedor muda de time em troca de qualquer coisa que seja.
Mas enfim, o que se pode esperar de quem teve a idéia de vender bichinhos de pelúcia com os símbolos de um clube que é chamado de "bambi" pelos adversários?
E dizem que isso é marketing...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Vexame paulista

Os resultados do Pisa, sigla em inglês do Programa Internacional de Avaliação de Alunos, divulgados pela OCDE, mostram que o Estado de São Paulo está aquém da média nacional nas três áreas avaliadas - ciências, leitura e matemática. Em ciências, a média paulista (385 pontos) é comparável à da Tunísia. No caso da leitura (392 pontos), equivale a Montenegro. Já em relação à matemática (370 pontos), os alunos paulistas estão no mesmo nível dos colombianos.
Por ser o Estado mais rico da federação, São Paulo deveria obter os melhores resultados. Isso na teoria. Os sucessivos governos tucanos, porém, subverteram a lógica. Preferiram investir em outros setores. Justo eles, que, segundo seu príncipe, são os mais bem educados entre todos.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Dono da bola

A CBF, como previsto, acabou elegendo Rogério Ceni o melhor jogador da temporada. Não foi. Ceni é um bom goleiro, como tantos por aí, que aprendeu a cobrar faltas, e graças a isso sabe se promover como ninguém.
Construiu ao longo de sua carreira uma imagem de bom moço, de personalidade forte, comprometido com o time que serve. Tem uma legião de fãs, entre torcedores e jornalistas. Mas pouco atuou na seleção brasileira. Numa das vezes, num amistoso contra o Barcelona, falhou nos dois gols. Classificou sua atuação de excelente.
Em 2002, foi o terceiro goleiro de Felipão e, em 2006, reserva do time de Parreira. Dunga dispensa sua companhia.
Apesar dos 34 anos, não deve encerrar a carreira logo. Técnicos e jogadores vão e vem e ele permanece no time. Sente-se bem no papel de superstar.

Não vi, não gostei

Enquanto não chega a todo o país - por enquanto é exibida apenas em Brasília, Rio e São Luís -, a TV Brasil, emissora pública criada por ordem do presidente Lula, pode ser assistida em tempo real na internet (clique aqui).
Sem nem mesmo ver o que ela transmite, o PFL já entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal para tirar a emissora do ar.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Companheiros

Os democratas José Sarney, Paulo Maluf e seus colegas de ideologia tucanos e pefelistas devem estar vibrando de alegria com o resultado do plebiscito venezuelano.
Afinal, lá venceu a democracia.
Ou não?

domingo, 2 de dezembro de 2007

Perda

A queda do Corinthians não deixou apenas a sua torcida desolada.
A Rede Globo perdeu uma de suas maiores audiências nas transmissões do Brasileirão.
E, como se sabe, a Série B não consta de seus planos.

Do zero

Ao Corinthians agora resta juntar os cacos da derrota. E, nessa tarefa, agir com a razão e não - como faz a torcida, com o coração. Isso implica montar um time que seja competitivo e barato, sem resquícios da era MSI.
A Série B não é mais difícil que a A, como dizem muitos. Mas certamente exige que, em campo, à técnica se some muito suor.